quarta-feira, novembro 08, 2006

"O que?!"

. . .
Pois é, né?
Nem tudo é como a gente quer...
Mas e quando é...
Não é quando a gente quer...

- “E a gente quer o quê?”
. . .

segunda-feira, novembro 06, 2006

Chegada . . .

Manhã da última segunda-feira- 30 de outubro- e eu lá, na capital.
Demorada viagem. Ah Pois é!
Mas ... todos lá.
Todos procurando quartos no hotel e eu indo.
Indo ao encontro de conhecidos (e desconhecidos também). Mochila nas costas, água quente e jaqueta jeans a postos, eu segui para o centro com o meu mais novo All Star azul.
Caminho, olho para o lado e a familiar placa vermelha com escritos brancos me diz: “Lancheria do Parque”.
Opa! O centro é para o outro lado!
Atravessei a Osvaldo Aranha e entrei no Parque Farroupilha.

Ah, sim!
Não idolatro quem usa All Star...e nem crio rótulos...("Bah! Tri afudê quem usa All Star...")Não, não. Sem esse papinho! Nada a ver isso!
Apenas escrevi aí porquê eu bem faceira disse:

”Ah! Tu nem viu, né? Olha o meu tênis novo.”

É a cor que há muito tempo eu procurava...

- Novo?! Tu chama isso de novo? Olha a sujeira que tá isso aí. Vai limpar isso esse All Star!

- Bah! Tu nem sabe o que aconteceu com os pretos. Sabe o quê eu o pai fez com os meus All Star preto? . . .”

Aí é uma longa história . . .

Às vezes sozinha, às vezes acompanhada . . .

. . .
- É que nem a Vanessa!
- Que tem eu?!
- Não pode ficar muito tempo com alguém.

. . . Ah! Pois é! E não posso mesmo. Na verdade, nunca pude, porque jamais consegui. Hehe!
E o tal tempo aí não é o tempo de uma ‘relação’, mas aquele tempo máximo em que se pode ficar com uma pessoa de uma só vez. Entendido? Hum...acho que não, né? Pois bem, o tempo referido é o de não poder acordar ao lado de uma pessoa. Quer dizer, raramente, bem raramente. Assim: estar, sim, com uma pessoa há tempo, mas não poder suportá-la por muito tempo de uma vez só, por horas seguidas.
Bom...o que importa é que tenho tempo limite: 12 horas.
Ah! Sei lá...não sou mau humorada! Mas é só passar das 12 horas...

Nunca tive dessa época de “namorinho de colégio”, de “faz tudo junto”, nem mesmo no tempo em que estava no colégio. Ah! É uma merda todo esse papo. E não venham com a velha história de que isso “é medo de enfrentar uma relação”. Não...e não!
Confesso que algumas pessoas já me fizeram sentir vontade de passar do limite, ou seja, das 12 horas. Lembrando, algumas. Pouquíssimas e bem raramente!

Hum! Auto-análise? Dizem- eu digo- que as pessoas chatas se “auto-analisam”. Mas isso não é análise porcaria nenhuma. É apenas uma constatação indireta, extraída de uma noite dessas aí em que algumas pessoas e eu conversávamos sobre isso tudo aqui. E o que aconteceu é que eu não tinha me dado conta da minha, da própria tolerância minha.
E não é que eu queira dizer que não sou chata, mas isso realmente não é uma auto-análise.

Ir ao mercado
caminhar sem rumo
passear no parque
ver os trens
assistir a filmes
olhar televisão
garimpar filmes e livros
pesquisar cd’s nas lojas
tomar vinho
ouvir música
ver um show
correr
ficar quieta
e
até falar . . .
às vezes sozinha . . . às vezes acompanhada . . .

Também não é o papo de querer ser solteira, que isso é a melhor coisa do mundo, mas “namorar” (ou qualquer nova denominação que isso possa ter) também não é!
Tem hora . . .existe a pessoa certa . . .e não é difícil perceber, não é mesmo.

quarta-feira, outubro 25, 2006

Bolo . . . e de pacote . . .

. . . Mais uma sexta-feira.
Vontade de ficar em casa. Aham...
Chegou na hora- a hora do retorno- e eu com vontade de ficar em casa e continuar olhando o documentário que me fazia companhia naquela sonolenta noite. Mas era o tal retorno, tão aguardado. Bom...e eu lá fui. Algumas confusas histórias, dessas que fazem pensar sobre relações, as superficiais situações. Nada disso foi comigo, diretamente comigo, mas me fizeram pensar, mais uma vez, sobre a mediocridade das pessoas. Enfim...coisas da vida.

Então, noite de sábado. Aí sim! Sem nenhuma vontade de sair. Ah! Pra quê?! Sabendo que um dos motivos que me fariam querer sair, o mesmo da última noite, não se faria presente. E não foi mesmo. Mas existiam outros motivos, também os mesmos das outras noites, e então se fizeram valer. Sai. Uma festa legal, momentos divertidos e, com certeza, inesquecíveis.

Saindo da tal festa legal, uma parada num outro lugar que não se faz assim tão legal nos últimos tempos. Quem lá encontro? As mesmas pessoas da tal festa legal. E quando lá estou, conversando e ouvindo um som bem bacana, olho pro lado e ...ai!
Dessas coisas que acontecem só para...pois é, né?!
Um beijo de despedida e um até mais. Cheguei em casa, dormi.

Um domingo predestinado a não ser um completo dia em família, pois me ausentaria boa parte do dia. E a vontade de sair de casa? Ah! Nenhuma, só pra variar. E os tais motivos que me fariam sair? Sim, ainda existiam- existem- e me fazem indecisa. Não, mas dessa vez não. Às vezes prefiro ficar só, ou só em família. O sono me ajudou na escolha. Às 4 da tarde, um compromisso. Só empate.
Mas um empate acompanhado de um gosto, desses que adquirimos quando somos influenciados pelos gostos de um outro. Gosto consentido pela convivência. Raro isso acontecer, mas esse gosto tive que acatar.
Bolo é bolo. De chocolate e de pacote. Ainda que de pacote, dá bolo, né?

Mas pena que deu empate . . .

terça-feira, outubro 17, 2006

Agora vai . . .

. . . Bah! Quantos dias sem postar nada!
Mas nem por isso sem nada escrever!

Hum! Aos poucos vou tentar atualizar as coisas por aqui!
Para começar, segue aí um textinho sobre um show beeeem liigal que teve por aqui em SM!

Agora vai . . .

Pata de Elefante em SM . . .


Trio instrumental fez show no
último sábado, dia 7, no bar Macondo Lugar.
A banda de Porto Alegre mostrou
porque tem nome de peso

Com apenas um álbum lançado pelo selo independente Monstro Discos, a Pata de Elefante conquistou um público fiel e é responsável por quebrar tabu com os preconceituosos ao som instrumental. Formada em 2002, tem Gustavo Telles (Prego) na bateria, Gabriel Guedes e Daniel Mossmann que se revezam no baixo e na guitarra.
Já com as 15 músicas do primeiro disco, gravadas no estúdio Vila do IAPI, ganhou a categoria Revelação no prêmio Açorianos, em 2005. Trabalho que contou com participações especiais como de Vicente Guedes, Leonardo Boff e o do saxofonista King Jim.
A banda está na fase de finalização das 25 canções do segundo álbum e segue com participações especiais.

Duas horas da madrugada de domingo e o bar estava lotado. Em frente ao não tão alto palco, algumas pessoas se espremiam para tentar um bom lugar para ver a banda, que ainda não havia pisado em Santa Maria. Demoraram alguns minutos e lá estavam eles, o power trio instrumental Pata de Elefante. Enquanto alguns balançavam a cabeça, uns dançavam com os olhos fechados e outros fixavam os atentos olhares nos habilidosos dedos nas cordas.
Foi difícil encontrar espaço para enxergar o show. Porém, valeu a pena tanta procura. Os integrantes da banda são músicos admirados e elogiados, mas demonstraram que tudo isso não é de graça. Fizeram jus ao nome e desvendaram o porquê do respeito à Pata. Entre composições do primeiro álbum e outras inéditas, os caras mostraram que sabem tocar.


Além de belas e harmoniosas melodias e as caretas de Prego quebrando a bateria, eles têm o que falta para algumas bandas, a química. Daniel virava para Prego e dizia “agora vai, Sooopraaa!!! Agora vai tal música!”.
Concentrado e descontraído, eles conseguem fazer um som ao vivo sem serem desleixados. Os três comprovaram que a música precisa de paixão e dedicação. Canções regadas com claras influências dos anos 60, como Jimi Hendrix, não deixam obscuras a pegada original da Pata.


“Toca Soltaram!”. Essa foi a mais pedida durante o show, talvez por ser a mais conhecida. Foi também a música escolhida para o primeiro clipe gravado pela banda, no cais do Porto Alegre, com direção de René Goya Filho e Daniel Bacchieri.
E então, Daniel vira para trás e fala para Gustavo, O Prego: “Soltaram!”. Um pequeno deslize de Gabriel na guitarra foi recompensado com o sorriso de Daniel para ele, mostrando mais uma vez a harmonia não só do som, mas da banda, entre a banda. Erro nem tão grave, apenas acidentes, assim como as escapadas de baquetas e cordas arrebentadas.
A Pata fez, e faz, um som de peso. Sem pose e sem frescura. Direto e contagiante. E contagiou os admiradores mais recentes e os mais antigos. Teve quem ainda foi para conferir o porquê de tanta “falação” dessa tal Pata.
O show acabou porque tinha horário para encerrar, mas o público não parecia nada cansado. No final, um pedido do baterista Prego para que a platéia ficasse para fazer mais festa.


Alguns ficaram e puderam conversar. Outros foram embora logo que acabou o show, ao som de “Get Back”, dos Beatles. Quem decidiu ir embora “cedo”, foi em paz. Mas perdeu, e perdeu feio.
Para compensar, pode-se conferir mais sobre a banda no site www.patadeelefante.com. Por lá dá para baixar até o clipe da música “Soltaram!”.

domingo, outubro 01, 2006

(Re)descoberta

. . . Não sei como só percebi o motivo nessa tarde de domingo. Não sentir vontade de sair de casa era tão obvio. Tenho tudo aqui, na (re)descoberta de um pátio que por pouco tempo, e por desconhecidas razões, abandonei. Sentada numa cadeira amarela, ignorei o livro que segurava. Com o olhar perdido, pensando na solidão que me é reservada a partir de hoje, mas sobre isso já não quero escrever. O que importa é a (re)descoberta do lugar agradável, o qual me desliguei. Lugar de longas conversas, rodas de chimarrão, churrascos em família, disso tudo já foi palco. Mas agora, como bem sei, minhas horas não são mais assim, visto que me vejo na maioria destas sozinhas. E, como ainda me conheço, aprecio esses quase solitários instantes. E ali é realmente um lugar agradável.

Cerca de uma dezena de vasos brancos com bordas roxas ficam na janela da cozinha. Dessas plantas que escondem a vidraça, só conheço por nome a tal samambaia. O chão de cimento só fica quente nas primeiras horas da manhã, quando o sol ali alcança. Ali também posso ficar quando não chove muito forte, é a parte com telhado. A outra parte do pátio é separada por um grande portão cinza que apresenta na parte inferior, através de pequenas manchas alaranjadas, o indício de ferrugem. E é lá o melhor lugar e onde decidi permanecer o resto do dia.

As folhas de uma grande amoreira dão um ar confortante, ainda mais em um dia mormacento de primavera como esse. O chão manchado de roxo abre caminho para outra árvore, menor que a primeira, mas que costumava dar os mesmos frutos. Já não é assim porque sofreu a desgraceira de ter os galhos arrancados.


Mais folhas e flores completam um discreto colorido ao lugar, que visto dos fundos, tem o cinza do telhado da minha casa e o das casas vizinhas confundido com os verdes morros. O canto dos passarinhos é, na maior parte do tempo, a trilha sonora. Não sei se é porque antes não havia prestado a devida atenção, mas nos últimos dias os bem-te-vis são os que mais se destacam. Retrucam meus assobios e não me deixaram descobrir o que passei a suspeitar: a existência de um ninho aqui por perto. Na tentativa de achar, olhando para o alto e sentido uma chata pressão na cabeça, avisto uma branca mancha que não pode ser uma nuvem.


Olha para baixo, coloco no livro o marca página e deixo a dor aliviar. Volto a olhar e vejo entre folhas de árvores que não sei o nome, a meia lua. Prenúncio de mais uma noite agradável, num lugar agradável.
Entro em casa, ligo o rádio e espero o sol ir embora. A vontade de não sair de casa aumenta. Os pássaros que me dêem licença. Vou ouvir mais Beatles . . .

domingo, setembro 24, 2006

Outra semana . . .

. . . Hum . . .
Pois é! Tempo sem postar nada!

Tempos difíceis!
Tempo . . . tempo de quê?

Uma segunda sem fazer muita coisa. Tarde matada, só lendo ali no pátio! Com muito Beatles e muitas gargalhadas.

Terça-feira tinha prova e tinha que estudar. Não estudei; joguei bola e até andei de roller. À noite tinha um lugar legal (?) pra ir. Mas fiz outras coisas que valeram mais a pena. Mas antes fui jogar. Machuquei a perna!

Quarta. Uma promessa, mesmo que não prometida, quebrada. Não fui no desfile!He!Pois é, era feriado. Mas não tinha como levantar de manhã. A perna ainda estava doendo. E tava pra chover. Um dia sem sentar ao sol, sem jogar nada, bem família.

Na quinta-feira ainda não podia caminhar direito. Mas tudo bem. Nem lembro o que fiz nesse dia, mas acho que fiquei ali pelo pátio e depois fui ver os trens.

Sexta...hum...outro bom dia matado. Só li J.L.B. "Só".
Mas pra variar, não tinha muita vontade de sair de casa. Não que eu não queira, por exemplo, ir à aula, é que dá preguiça, né! Essa coisa que me persegue!
Pois é...não deveria ter ido na faculdade. Só fui pra ganhar presença.
E 'já que já' tinha saído sem vontade, voltei pra casa e sai de novo.
Bons lugares e ótimas companhias. Muitas risadas e algum(ns) passeios. hehe!

Um sábado com alguns probleminhas, mas nada que não passe. Até porque essas coisas nunca passam - ou sempre voltam. Enfim ...
Tava já deitada com um friozinho...resolvi dar uma volta. Foi até uma boa; pessoas bem legais.

Domingo. Dormir até tarde, almoço em família, ir ali para o pátio, jogar bola.
Um dia bem bacana. O computador voltou a funcionar, mas como nem tudo é tão perfeito, o meu dia se acabou com o 4 a 0 !


Amanhã já é outra segunda . . .

terça-feira, setembro 12, 2006

Música ao vivo . . .

. . . Não faz pouco descobri um show legal pra ir!
Tá demorando...mas vai chegar.

Mas agora já sei...vai ter mais..UHUU!hehe!

Presentão de Aniversário, né?!


LOS HERMANOS
+
Mombojó
É... e de quebra outra banda legal. Essa descobri no início do ano . . .

domingo, setembro 10, 2006

Confusão, eu acho . . .

. . . Que dias!
Que noites!


Tchê! Pois é ... coisas ruins talvez sejam, existam (?) pra trazer outras melhores!
Bom, mas aí eu já nem sei!

Gastei dinheiro que não podia, ou não devia! Gastei demais, mas tudo bem!

Boas lembranças!

Más recordações!

Início de domingo, já não tava tudo bem?
Não, ainda nem tanto. Tocou Black Crowes !

Caminhar pelas mesmas ruas que nem sempre estão iguais!
Para chegar o quanto antes, corrida!
Pra não acontecer o pior, trancar o quarto (e eu, à vezes, dentro dele) !
Não quero saber mais de tanto ficar "pensando". Relações não existem pra se pensar ou discutir- não só!
E muito menos pra quando está tudo, tudo..."bem", aí...ah! Não quero pensar sobre isso!
Ler um monte? Ver muitos filmes? PQP!!!Ficou pra depois!
Como escrevi ali...pensar...nem tanto!Mas falei!Mais falei! E como falei!
E ouvi o que há muito não escutava!
E houve o que nunca havia acontecido!
Um simples telefonema quase resolve tudo- declarações (!)
E tá pra chover!

Isso tudo são tópicos!
Apenas tópicos!

Um mega feriadão que podia durar mais um dia! Só mais um!

Tá pra chover . . .

terça-feira, setembro 05, 2006

Domingo ou feriado . . .

. . . Era domingo ou feriado. Num desses dias que não se tem muito o que fazer. Tinha decidido que ficaria em casa, mas não tava mais a fim de ler Cortázar. Olhei para o lado e tinha uma pilha, um monte de papel espalhado ao lado da cama. Eram anotações. Olhei de novo e, numa montanha de livros e cadernos, avistei o telefone. Quando pensei em ir pegá-lo, tocou. Maior coincidência se fez quando percebi que a pessoa do outro lado da linha seria bem provável a que eu telefonaria. Só disse que também tava afim e não disse que tava pensando em telefonar para não parecer clichê. Mesmo sendo clichê por ser verdade.

Tava no meu dia mais saudosista dos últimos tempos. Saudades dos dias em que não fazia nada em família. “Deu sorte” ele disse, mostrando logo em seguida aquele lindo sorriso de dentes bem feitos; confesso, uns dos motivos de eu estar a tanto tempo com ele. Tanto tempo os seis meses. A sorte que ele se referia era o trem que tava apitando. Esperamos ele passar em silêncio. Eu não sou de me sentir muito a vontade com ninguém; me aproximei dele e o abracei. Sorriu e me beijou a testa.

Caminhamos pelos trilhos, pisando só na parte de madeira, não se podia encostar na terra. Paramos perto da ponte. Ficamos parados,só olhando os morros. Fiquei a explicar o que era o quê naqueles pontinhos. No céu a gente podia fitar um belo pôr do sol. “Tem um lugar bem legal pra se fazer isso”, eu disse. Corri e fiz ele me seguir no mesmo passo até o arco. Sentamos lá no muro e esperamos o sol ir embora. A rua atrás cortava aquele lugar -tão calmo que parecia ser tão distante da cidade- tava silenciosa e sem movimento. Passavam de vez em quando algumas bicicletas. Aí comecei a contar dos meus passeios de bicicleta e alguns casos.

Ele me olhava de forma terna, afim de demonstrar atenção em cada suspiro meu. Parei de falar. o All Star preto dele começou a chutar a grama morta junto aos montes de terra. “Vamos?”, eu perguntei. Ele só queria saber o porquê- "Tanta pressa?". É que tava começando a ficar frio. Mentira. Tava me lembrando de tantas outras vezes que tinha ido ali com tantas outras pessoas que não mereciam ter sido apresentadas àquele pedaço de terra maravilhosa. Acendeu um cigarro. Voltamos com a mesma brincadeira de pisar na parte de madeira. Me levou até a porta do meu quarto. E eu lhe disse boa noite . . .

Sem (quase) nada . . .

. . . Pois é... vários dias sem postar nada. Mas nem por isso deixei de escrever algumas coisinhas. Não organizarei nada para postar. Até tentei, só que são vários e inusitados acontecimentos. Hehe!
Talvez daqui uns dias eu coloque alguma coisa desses últimos dias (dessas últimas noites frias).
Nada demais acontecendo. Tudo de bom, só, e só isso posso dizer.
Acontecidos surpreendentes, outros nem tanto.

Coisa boa esse frio. Vontade de se fazer tantas coisas, não?
Filmes...livros amontoados ao lado da cama, vinho, boa companhia, dormir!
Hum...que frio bem bom!

A noite passada tava tão fria...
E eu ali
Sem Beatles pra ouvir!
Que droga!

* Lucy in the sky with diamonds . . . ! . . .


Ah! Tô escrevendo um roteiro baseado em fatos bem, mas bem reais!


* Um baita feriadão pra viajar ! ! ! . . .

segunda-feira, agosto 21, 2006

Sem dúvida ... continuamos a conversar . . .

. . . Até agora não entendo o porquê algumas pessoas saem do bar para fumar. Eram umas quatro e pouco e sai, para tomar um ar. Tinha vontade de ir embora. Queria ir, mas não fui. Tinha que esperar alguém pra descer a avenida comigo. Ou então esperaria amanhecer pra ir sozinha. O lugar tava lotado. Mal dava pra se mexer. Fiquei a noite dando voltas, encontrando conhecidos. Não passava de mais uma noite dessas de conversas sociáveis. Mas como já era quase cinco, o bar já estava esvaziado. A música ainda era legal, uma boa leva de rock. Tava cansada, sai, fui para a frente do bar. Mais gente fumando, mais conversas, dessa vez com desconhecidos. Já tava de saco cheio.

Tinha um guri, na verdade dois guris, que há muito tempo uma amiga e eu “cuidávamos”. Mas eu não tava afim, e ela estava casada por aquela noite. “Ai!Mas ele é tão bonitinho”, me dizia ela. E para ela, era o mais bonito mesmo. O cara parecia um pato. Era feio, sim. Tem vezes em que se quer sair e não ficar com ninguém. Enche mesmo o saco essa história. Cansa. Não cansa quando já se quer esse alguém, alguém especifico, há algum tempo. Aí vale a pena. Claro, existem raríssimas exceções. Tentou me beijar, virei o rosto. Numa outra tentativa alcançou-me o lábio inferior. Eca! “Mas ele é tão lindo”. Mas pra mim parecia um pato.

Mais algumas conversas, fui até a frente do bar, que já estava mais vazio. Mais cansada. Entrei com um único desejo: sentar-me um pouco. Abri a porta e fui reto em direção ao único lugar vazio do sofá maior. Nem olhei quem tava por ali. Só sei que ao arredar para o lado umas roupas e bolsas que estavam ocupando o espaço por mim desejado, dei-me por conta. Ele. Ele que há muito tempo queria conhecer.



Ajudou-me a afastar aquelas coisas dali e eu sentei ao seu lado, já sem nem mesmo acreditar. O espaço apertado e o silêncio constrangedor não me ajudavam a pensar em nada para dizer a ele. Em nada mesmo. Só me vinha a idéia de que há muito queria conhecê-lo. Dizia sempre que ele era o tipo “pai dos meus filhos”. Comecei a mexer no zíper da minha bolsa, tentando me distrair. Não lembro a primeira frase que disse, só sei que começamos a conversar. Numa dessas bobagens que se diz num primeiro encontro, eu disse que ele tinha cara de quem fazia história. “E quem não faz?”- ele me disse. Já era formado. Um cara gordo, de bochechas engraçadas, ofereceu-me cerveja. Era amigo dele. E ao lado do bochechudo, mais uns dois homens; e ao lado dele, mais duas mulheres. A simpática mulher que estava ao seu lado me olhou e sorriu.

Olho para a frente e vejo meus amigos sentando no outro sofá, em minha frente. Soltei um sorriso, desses que não se consegue desfazer tão fácil. Ao vê-los dei-me por conta que mais uma acaso acontecera. E esse seria, sem dúvida nenhuma, o melhor dos últimos tempos. Sem dúvida, seria. Virei para rosto dele e senti uma enorme vontade de passar seus cabelos cacheados entre meus dedos. Continuamos a conversar. Ele virou para a mulher simpática e beijou-a. Na boca. Continuamos a conversar . . .


quinta-feira, agosto 17, 2006

Acho que apago isso depois . . .


. . . semana rápida . . . muito ligeira . . .
Já é sexta!
Saudade!Saudades!
Podia estar em outro lugar, outra cidade, mas é melhor assim...eu acho!
Ficar um pouco sozinha, quieta.
Acho que muitos conhecidos saíram ontem. E eu tava incentivando! Mas não queria! Queria ficar em casa! Queria, quero, quero ficar sozinha! Sozinha um pouco!
Tinha decidido isso pra essa semana. Tinha mesmo. Mas e o que aconteceu na segunda? . . . hum!

Semana ligeira!Muito rápida!

Tenhos várias coisas pra fazer hoje! Muitas! Uma eu podia deixar pra alguém, porém, acho que esse alguém não se ligou . . . Uma boa quinta-feira! Várias idéias, vários incentivos. Um bom dia!Ah nem tanto! Mas nem as brincadeiras coloradas me irritaram. Na verdade nada me irrita tão fácil. Não mesmo. Ah! Era rádio e , bem provável, escolheria esporte ou política. E escrevi só sobre o Inter. hehe! Tava bem, sim. Um bom dia. Não ótimo, um bom dia!
Não sei por qual motivo aqui escrevo agora. Não sei. Mas e eu ainda não sei de tantas coisas. E de outras coisas eu bem sei. Ah!Quanta bobagem!
Tô indo dormir. . . que tem mais teorias daqui a pouco! Teoria da comunicação! Como se nem todas assim fossem, não?!

segunda-feira, agosto 14, 2006

No meio termo . . .

... No meio termo . . . é o mais ou menos que vale!

Não é preciso viver num mundo de queixumes, é verdade. Mas é impossível ignorar as lástimas que fazem parte da vida. ‘Faz parte!’-e como fazem-. Não confio muito nesses que consideram ser um ato vergonhoso, por vezes até covarde, o de compaixão. Parecem viver por viver. Parecer forte? Realista? E ainda para os outros? E pra quê?
Se estes vão acabar por esmorecer na própria languidez. Sim, nessa criada por eles, os próprios desbravadores dos tais “mundinhos”. Então, paro eu, no meu tempo. Ao meu tempo, paro, penso e, quem sabe até aprendo. Quem sabe. Aos que dizem que dos adjetivos frio(a) e superficial faço mil observações e até julgamentos, fica a breve citação:

***
A felicidade bestializa: só o sofrimento humaniza as pessoas.



Disseram-me que sou da turma do mais ou menos...dessa onde o meio termo é que vale . . .

Página 107 . . .

. . . Tentei ver um filme que já havia tentando assistir na última semana. A porcaria do dvd trancou. E isso já eram umas duas horas. Cansei de tentar fazer o filme rodar. Fui baixar mais músicas. E fiquei, até umas cinco e pouco, baixando música e lendo blogs jamais antes vistos. Textos bacanas, outros deprimentes de tão ruins. Mas... desliguei tudo. Arrumei a cama com aquela sensação de um outro ciclo. É assim comigo- quem me conhece, sabe. Quem acha que conhece, acho que também já descobriu. Bom..mas enfim! Madrugada, já manhã dessa segunda e eu sem sono. Sem nenhum princípio de sono. Lá na página 107 de um pocket com suas amareladas páginas, eu li:

“ (....) Uma coisa horrível que existe no mundo é o fato dos jovens não terem liberdade para amar; mas pior ainda do que isso é que eles não sabem amar; e no entanto foram feitos para o amor. Não sei se o senhor me entende: uns fogem do amor e outros o procuram com sofreguidão, mas no fim o que fica, em todos, é a mesma coisa, uma insuportável sensação de vazio.”

Paramos. O meu sorriso concordável e surpreso e eu. E aí a minha boca fechou e eu segui sozinha, querendo ler e ler e ler aquilo tudo ali...

“(....) O amor é generosidade, compreensão, ausência de egoísmo, mas no entanto, os amantes são egoístas, mesquinhos e intolerantes, porque essa é a condição humana; agora, acontece que na fase de aguda excitação psíquica que caracteriza todo amor, essas coisas não parecem com muita nitidez.”

Essas coisas acontecem. Acaso? Já me perguntaram se conheço esse tal acaso, se nele acredito. Não creio em muitas coisas, não. Pelo menos acho que não creio nas “certas”. É o que parece. Se acaso ou não...aí está, o fim quase acabado da página 110:

“(...) Lentamente comecei a sentir saudades dela e quanto mais tempo passava mais eu sentia sua ausência. Anos, muitos anos já se passaram, eu nunca mais a vi, cada vez ela está mais perto de mi: esqueci todas as outras mulheres que conheci depois, nem mesmo me lembro do nome de muitas, mas dela lembro tudo, tudo. Estranho, o senhor não acha?” . . .



quinta-feira, agosto 10, 2006

Tudo isso . . .

... Era uma vez uma guria que espera encontrar alguém em que pudesse acreditar e fazê-la crer em alguma coisa. Esperava, já sem qualquer resquício de ansiedade, tudo isso. Algo quase impossível, sabia. Mas às vezes flagrava-se pensando que tudo isso era algo quase impossível. Imagina! Beirar sei lá que idade sem ter encontrado tudo isso. Ah! Mas o bom mesmo seria encontrar tudo isso depois de ter aproveitado todo o resto. Porém, não valeria tanto. Se queria tudo isso, não valeria. Não mais pensava tanto em tudo isso. Não mesmo. Aprendera a deixar tudo isso para depois. Que coisa! Quando se aprende algo, outro algo novo acontece! É assim, não? Como já se sabe, a guria não procurava tudo isso, mas esperava. Quem procura acha...e quem não procura? Foi achada! Nos seus 17 anos foi achada. Sabe agora que tudo isso é tudo isso, só não sabe se vale a pena ...

terça-feira, agosto 08, 2006

Mais aula ...

... Primeira semana de aula...
hum...mais compromissos
Ah!Mas se fosse só isso...
E não?
Não. Mais conflitos.
Mais...mais...mais tudo...
Ainda bem!...ou não...
Ou não ...

quinta-feira, agosto 03, 2006

RUA ENVENENADA


- Sabe o cachorro da Dona Maria? Morreu. Anteontem!
- Ai! Como? De quê?
- Envenenado.

A vizinhança era tranqüila. Exemplar, até. Ruazinha de dar inveja. Pátios sem grandes grades, apenas cercas baixas e bem pintadas. As árvores nos dois lados da rua serviam como traves para as peladas diárias da turma do João. Ricardo, Zeca, Caio, Juca e João, o time da rua. O outro time era o da outra rua. As duas equipes viviam a disputar qualquer negócio. Não era só futebol, não. Bolita, corrida de bicicleta também. Só ficavam do mesmo lado quando a Jurema aparecia. A misteriosa velha sem rua. Não existia um dia certo para suas aparições. Cabelos curtos e grisalhos, preso com uma meia dúzia de grampos. Para os dias mais frios, pouca roupa, aliás, a única. Uma calça moletom preta com um furo no joelho esquerdo e uma camiseta estampada. Como fiel companheiro, o seu olhar melancólico e o par de velhas botas. Não fazia o tipo assustadora, mas botava medo naqueles guris. Não raro, quando a turma teimava em guardar a pelota e ir para a casa tomar banho, uma das insistentes mães gritava: “Aé? Olha que a véia sem rua vem aí!”. Na hora a gurizada acabava o jogo. Advertência que servia também para os guris da outra rua.

O único que há pouco tempo passara a não mais se importar com os amedrontamentos era João. Na primeira, e última vez, que levou sua bola de couro, tinindo de nova para jogar, o Zeca fez bobagem. Brigou com o Joel, o guri mais velho e com pinta de forte da outra rua. O gorducho deu um chutão na bola e lançou-a na esquina, no pátio da Dona Maria. João nem se deteve em pedir ao Zeca para ir pegar a bola. Assim que ela saiu da ponta do pé do Joel ele acompanhou-a com o olhar e seguiu correndo para pegá-la, antes que o cachorro da vizinha destruísse a sua bola nova. Mais rápido que a corrida foi o pulo de João. Saltou a cerca, antes que a rabugenta Dona Maria o visse. Retornou à rua pelo fresta entre a cerca e o chão. “Imagina se a Maria Gorda descobre! Hehe!”- pensou com um sorriso sacana de quem havia aprontado mais uma. Ao dobrar a esquina, seu sorriso se desfez e qualquer pensamento foi apagado. Mal conseguia respirar. O olhar do João parou de brilhar quando se encontrou com o da Jurema Sem Rua. Foram dez segundos de pânico. Engoliu seco e desviou logo daquela velha. Voltou apavorado. Tratou de respirar fundo, ficar calmo e foi logo contando sua proeza aos demais guris. Escapara das garras da velha, da Dona Maria e da Jurema. Claro, sem dizer que ficara apavorado.

Isso já fazia mais de dois meses e, depois disso, João nunca mais sentiu medo da Jurema. Das poucas vezes em que a turma teve a surpresa de vê-la, os dois trocaram cúmplices olhares. João chegou a dizer para os outros guris um dia, sem muito pensar: “Deixem ela! É apenas uma mendiga!”. Mas fora isso, a vida na rua seguia calma e pacata. Famílias felizes, fofocas além das cercas, aposentados descansando em paz. Pelo menos até o dia do primeiro envenenamento. Dali uma semana, o segundo.

- E a gata do Seu João?
- Ah não!
- Sim, morreu envenenada também.
- Pobres bichanos! Como alguém pôde fazer isso? Que horror! Mas e aí? Tem suspeita do crápula que fez isso?

João não gostava muito das conversas entre a sua mãe e a mãe de Zeca. As duas levavam a fama de fofoqueiras da vizinhança, o que não deixava o guri muito a vontade. O que já não parecia incomodar muito o amigo. Zeca era conhecido como fuxiqueiro. Sempre queria fazer intriga na turma. Fazia quase 40º naquela tarde de sábado. O calor era tanto que os guris da outra rua não quiseram jogar. Os outros três da turma tinham ido ao clube. Zeca convidou João para jogar vídeo-game em sua casa. E não foi surpresa para João, lá estava a mãe dele com a do Zeca fofocando na beira da cerca, como de costume. Os guris estavam passando pela fofoca semanal quando João ouviu e parou.

- Dizem por aí que foi a Jurema. Aquela mendiga que passa aqui pela rua.
- Mas como pôde! Já não bastava a desgraça da vida dela, ainda tem que desgraçar a dos outros! Pobres bichanos.

Zeca cochichou com o amigo. - Viu só. Aquela velha não presta. Minha mãe disse que ela é bruxa e que é pra gente se cuidar, senão daqui uns dias ela nos pega.- advertiu ele, arregalando os olhos de fofoqueiro mirim. Os dois pararam e a “conversa” continuou.

- Pois é... dizem também que fez isso porque os bichanos estavam roubando sua os restos de comida dos lixos . . .

A mãe de Zeca percebeu que os guris estavam escutando e tratou de correr com os eles dali: -Já pra dentro. Mas que feio Zeca! Ouvindo a conversa dos mais velhos!

- Temos que dar um jeito nessa mulher. Sei lá....Não deixar mais ela passar, tirar ela daqui.
-Ah! Mas eu já disse...

Os guris foram jogar video-game. Afinal, a vida na rua feliz continuava, com ou sem os bichos envenenados, com ou sem a velha Jurema.

Rápidas...ligeiras férias...


... Semana rápida essa! Ah! Só mais uma, vai! Não dá! Começam as aulas! Um mês de férias, que na verdade foram 15 dias. Teve o Festival, depois veio a Jornada. E que Jornada, hehe! Muito legal. Muitíssimo. Duas primeiras semanas sem reclamações, simplesmente perfeitas, em todos e quaisquer sentidos possíveis. Ah! O Festival! Ah! A Jornada! :)

E depois...uma semana para sair com boas –e também más- companhias, hum... tempo para muita reflexão também, hehe! Até a outra sexta-feira, 22. É....muita coisa, muita não, algumas coisas aconteceram. E fez tudo mudar, ou voltar ao estado inicial. Se bom ou ruim, não sei. Aliás, só sei que não quero saber.
Ah! Mas a última semana. Sim, breve viagem. Cansativa-um pouco só-mas bacana. Sem muitos passeios, mas tempo para muita observação. Nada muito planejado, apenas uma mochila, só. Sem registros fotográficos. Fizeram falta esses, principalmente nas belas vistas de beira de estrada. Não tem como esquecer o dourado daquelas plantações de trigo reluzindo com o belo pôr-do-sol. Dessas imagens que se vê e suspira, sente-se que algumas coisas simples ainda fazem tudo valer a pena.

Tudo tranqüilo. Isso tudo até a última quarta-feira. Depois disso, alguns probleminhas que precisavam ser solucionados, já aqui na cidade. E assim foram. E aí mais uma sexta e, nem tudo como queria. Não fui onde queria e se fiquei com quem queria....já disse que não quero nem saber!

De sábado a terça...sozinha. Só queria internet para baixar músicas. Absolutamente solita. Sem telefonemas, breves diálogos via msn. E mesmo assim, raros. Exceto na calma noite de segunda. A única pessoa que também estava em casa bateu na porta, e com a voz irritante disse: - Nessa! Telefone! Ai! É aquele guri, não lembro o nome dele. Hum! Quem era? “Onde cê vai eu também eu vou”...haha!
Bom! Dei-me por conta. Já era! Chega de se entocar. Mas que droga! Passei as férias inteiras querendo sair, sair e sair. Conversar e tal. Agora, no último findi, a vontade de não sair do quarto, não sair de casa. Tudo muito bem assim. Decepção, a única, foi a de ouvir, ou melhor, dormir ouvindo o “jogo”. Mas fora isso, tudo bem e bem tranqüilo. Até renovei livros e dvds via internet para não ter que devolvê-los. Ai! O telefonema do Predo fez dar-me por conta que tudo acabou mesmo. Três dias bem aproveitados. Os melhores das férias? Hum...bom...isso já não sei... Deixe-me ver. Teve...hum......livros...tv...internet... filmes (?-hehe)....comida boa (sem sair de casa)... poesia ....poucas discussões com a cria da minha irmã....contos...escrevi algumas bobagens....músicas boas...friiio...ah sim! Alguma coisa faltou...hehe!Bom...mas isso se dá um jeito logo.


Quase perfeitos dias. Os intermináveis apitos dos trens lembravam-me que todos estavam na minha cidade maravilhosa. Ô droga! Bom...amanhã começam as aulas. Vida sociável (?) de novo . . .mas os apitos continuam...que m****! ...

(última segunda-feira)