. . . Eu não sei, mas suspeito que hoje, perto das onze da manhã de uma quarta-feira, eu era a pessoa mais feliz que caminhava pela Rua da Praia.
Pelo menos era a mais sorridente da Rua dos Andradas.
O motivo?
Poderia ser um dos tantos dias em que se acorda com uma alegria sem motivo aparente, sabe? Porém, foi uma dessas coisas simples da vida que fez o dia ficar ainda melhor.
* E que "revelação", hein?
Que coisa mais pessoal essa aí escrita - e todas são(?!).
Não era para ser assim, mas tantas coisas não são para ser e acabam sendo, ou são e acabam não sendo, não é mesmo?!
. . .
quarta-feira, janeiro 31, 2007
segunda-feira, janeiro 29, 2007
Canção . . .
. . .
“Ontem de manhã quando acordei
Olhei a vida e me espantei
Eu tenho mais de 20 anos
E eu tenho mais de mil perguntas sem respostas
Estou ligada num futuro blue
E eu quero as cores e os colírios
Meus delírios
Estou ligada num futuro blue . . ."
_ Vitor Martins e Sueli Costa _
* Linda canção...na voz da Elis!
. . .
“Ontem de manhã quando acordei
Olhei a vida e me espantei
Eu tenho mais de 20 anos
E eu tenho mais de mil perguntas sem respostas
Estou ligada num futuro blue
E eu quero as cores e os colírios
Meus delírios
Estou ligada num futuro blue . . ."
_ Vitor Martins e Sueli Costa _
* Linda canção...na voz da Elis!
. . .
quarta-feira, janeiro 24, 2007
Sem culpas e (in)decisões!
Um bom começo de semana, uma boa notícia logo pela manhã.
A vida vivida devagar e sem preocupar-se demais com coisas que exigem preocupação, já que a preocupação demasiada é, na verdade, exigida por nós.
Sem muita ânsia. Calma, até quem mal me conhece assim me caracterizou. Uma pessoa tranqüila. Não, ultimamente aprendi a ser ainda mais tranqüila. Aprendi...não! Transformações involuntárias.
- Segue textinho aí abaixo:
Decisões.
Cerveja de graça, som bacana. Voltei para a mesma mesa, acompanhada do documentário que mal se ouvia. As mesas estavam sendo preenchidas. Anunciavam-se rodas de amigos que ali ficariam algumas horas, ou então casais que sentavam, tomavam uma cerveja e logo se mandavam dali. Acabou a cerveja. Pego a bolsa. Quando firmo os dois pés no chão para levantar-me, começa o tal cd. Vou esperar até “Eight days a week”. Fiquei a noite toda torcendo para não encontrar ninguém. E logo quando começa essa música um conhecido senta-se junto à mesa, mas logo percebe que não estou a fim de muito papo, entende, dá o fora. Acabou a música, agradeço a cerveja grátis ao dono do bar. Decido ir pelo caminho mais longo e mais movimentado. Na última quadra antes de chegar em casa encontro mais um conhecido, ao qual digo que já estou indo. Já na esquina da rua onde fica o prédio que moro, outro conhecido. Tudo é decisão, não é? E a noite acabou assim: a volta ao bar, mais uma cerveja, um sono bom e o prenúncio de uma quarta-feira com bons momentos.
A vida vivida devagar e sem preocupar-se demais com coisas que exigem preocupação, já que a preocupação demasiada é, na verdade, exigida por nós.
Sem muita ânsia. Calma, até quem mal me conhece assim me caracterizou. Uma pessoa tranqüila. Não, ultimamente aprendi a ser ainda mais tranqüila. Aprendi...não! Transformações involuntárias.
- Segue textinho aí abaixo:
Decisões.
“. . . Ooh I need your love babe...
. . . Hold me, love me...”
. . . Hold me, love me...”
Uma terça-feira. Muito queria chegar cedo em casa, ali pelo início da noite. Claro, com uma parada rápida antes da chegada ao lar. Desviei caminho, dei voltas e voltas, mas que me fizeram parar no mesmo lugar, no mesmo bar. Parei ali, parei de tomar remédios. Uma Polar que demorou um século para chegar a minha mesa. E quando chegou estava quente. Já que a vida é feita de decisões (mesmo a minha tenha sido tomada de indecisões), decido ir para casa logo, antes que encontrasse um conhecido. Antes, claro, uma volta. Estava ”cedo” e o outro lugar ainda estava vazio. Na televisão vejo John Lennon e reconheço: “Bah! Agora vem Jumping Jack Flash”. Senti obrigação, puxei a cadeira e ali fiquei. Acabou o “Circus”. E o cara do balcão pergunta: “e o que podia ser agora?”. Hum...Beatles?!
Começou a rolar um documentário que sempre rola nesse bar.
Cinco minutos depois, vou até o balcão. “Não, o que tava rolando semana passada. Era o cd”. Ele disse que esperaria, o pessoal estava gostando, mas que sem demora colocaria o cd.
Mas eu queria ir, antes que algo acontecesse e eu tivesse que decidir entre ir para casa ou ficar até a hora do bar fechar mais uma noite. E eu disse que estava indo. Ele disse que estava cedo. E começou a falar que se fosse para casa eu ficaria triste, que ficasse ali, tomasse uma cerveja. Triste? Sabia ele há quanto tempo eu não tinha uma noite sem passar por ali. “Mais uma cerveja?”- pensei. Até que não seria nada mal. Mas e o dinheiro? Não tinha mais, teria que ir para casa buscar, e eu não estava a fim de ir para casa, pegar dinheiro e voltar. Até porque se para casa fosse, não voltaria. E eu queria ficar em casa, pelo menos uma noite, a noite inteira em casa, sozinha. E a vontade de ficar sozinha ouvindo um som legal me agradava. Mas e o que mais? Quando decido ir, uma pergunta idiota me é dirigida: Tu tá a fim de tomar uma cerveja?
Cinco minutos depois, vou até o balcão. “Não, o que tava rolando semana passada. Era o cd”. Ele disse que esperaria, o pessoal estava gostando, mas que sem demora colocaria o cd.
Mas eu queria ir, antes que algo acontecesse e eu tivesse que decidir entre ir para casa ou ficar até a hora do bar fechar mais uma noite. E eu disse que estava indo. Ele disse que estava cedo. E começou a falar que se fosse para casa eu ficaria triste, que ficasse ali, tomasse uma cerveja. Triste? Sabia ele há quanto tempo eu não tinha uma noite sem passar por ali. “Mais uma cerveja?”- pensei. Até que não seria nada mal. Mas e o dinheiro? Não tinha mais, teria que ir para casa buscar, e eu não estava a fim de ir para casa, pegar dinheiro e voltar. Até porque se para casa fosse, não voltaria. E eu queria ficar em casa, pelo menos uma noite, a noite inteira em casa, sozinha. E a vontade de ficar sozinha ouvindo um som legal me agradava. Mas e o que mais? Quando decido ir, uma pergunta idiota me é dirigida: Tu tá a fim de tomar uma cerveja?
Cerveja de graça, som bacana. Voltei para a mesma mesa, acompanhada do documentário que mal se ouvia. As mesas estavam sendo preenchidas. Anunciavam-se rodas de amigos que ali ficariam algumas horas, ou então casais que sentavam, tomavam uma cerveja e logo se mandavam dali. Acabou a cerveja. Pego a bolsa. Quando firmo os dois pés no chão para levantar-me, começa o tal cd. Vou esperar até “Eight days a week”. Fiquei a noite toda torcendo para não encontrar ninguém. E logo quando começa essa música um conhecido senta-se junto à mesa, mas logo percebe que não estou a fim de muito papo, entende, dá o fora. Acabou a música, agradeço a cerveja grátis ao dono do bar. Decido ir pelo caminho mais longo e mais movimentado. Na última quadra antes de chegar em casa encontro mais um conhecido, ao qual digo que já estou indo. Já na esquina da rua onde fica o prédio que moro, outro conhecido. Tudo é decisão, não é? E a noite acabou assim: a volta ao bar, mais uma cerveja, um sono bom e o prenúncio de uma quarta-feira com bons momentos.
terça-feira, janeiro 23, 2007
Acreditem!
A calmaria existe em meio ao caos. Acreditem!
Mesmo havendo motivos para instantes de infelicidade, é impossível não deixar transparecer instantes de euforia. E eu nem me culpo por isso, mesmo querendo me culpar por não conseguir sentir culpa, não consigo.
As coisas boas não anulam as coisas ruins, mas também as coisas ruins não afetam as coisas boas!
Não há desventura por aqui!
Parece impossível existir.
Mesmo havendo motivos para instantes de infelicidade, é impossível não deixar transparecer instantes de euforia. E eu nem me culpo por isso, mesmo querendo me culpar por não conseguir sentir culpa, não consigo.
As coisas boas não anulam as coisas ruins, mas também as coisas ruins não afetam as coisas boas!
Não há desventura por aqui!
Parece impossível existir.
sexta-feira, janeiro 19, 2007
Penso para esquecer
Há alguns dias, lia alguns contos ou escrevia alguns trechos de histórias.
E nesses episódios, percebia a coincidência da facilidade de declarar o amor. Não o amor de pai, de mãe, de amigo, de irmão. O amor àquela que sacia desejos, mas que não é a mesma pessoa a qual resguarda as expectativas e esperanças de uma vida conjunta.
Logo, declarações de um amor carnal, outrora denominado paixão, não mais que isso. Porém, faz-se fundamental vomitar o verbo amar para um sentimento que até pouco tempo seria insubstituível pelo de outra pessoa. E essa emoção sem comparação ('te amo mais que tudo, mas em breve acho outra pessoa e a amo mais, mesmo não sendo a verdade') se fez clara em dois ou três textos. E em outros tantos o caso mais banal: "te amo. Saio à noite, amo outra, mas declaro só a tua pessoa".
Fiquei eu pensando nesses personagens. Idades diferentes. Sexos diferentes. E sempre com essa "constatação" intricada na história.
Fiquei dias pensando sobre essa facilidade. Não ficava refletindo e tramando teorias sobre, mas despertou-me atenção a coincidência de ler textos com esse mesmo "tema".
Dizer eu te amo é fácil. O saber se é verdade ou não . . . não é bem por aí.
E aqui estou eu. Com sono. Não querendo pensar em outras coisas que estão por aí (e que muito me afetam, de maneira negativa, o que estava demorando), fico aqui escrevendo sobre coisas que não quero pensar-e não vou.
Vou parar de escrever, trabalhar e me desconcentrar com as coisas da vida que não se pode evitar. A facilidade do "eu te amo" eu penso outra hora.
* Péssimo título, mas agora sinto que nem mais pensar consigo. É agonia, sono. São os números de telefones que já nem sei, não lembro. De volta ao trabalho...concentração. Péssimo título!
. . .
E nesses episódios, percebia a coincidência da facilidade de declarar o amor. Não o amor de pai, de mãe, de amigo, de irmão. O amor àquela que sacia desejos, mas que não é a mesma pessoa a qual resguarda as expectativas e esperanças de uma vida conjunta.
Logo, declarações de um amor carnal, outrora denominado paixão, não mais que isso. Porém, faz-se fundamental vomitar o verbo amar para um sentimento que até pouco tempo seria insubstituível pelo de outra pessoa. E essa emoção sem comparação ('te amo mais que tudo, mas em breve acho outra pessoa e a amo mais, mesmo não sendo a verdade') se fez clara em dois ou três textos. E em outros tantos o caso mais banal: "te amo. Saio à noite, amo outra, mas declaro só a tua pessoa".
Fiquei eu pensando nesses personagens. Idades diferentes. Sexos diferentes. E sempre com essa "constatação" intricada na história.
Fiquei dias pensando sobre essa facilidade. Não ficava refletindo e tramando teorias sobre, mas despertou-me atenção a coincidência de ler textos com esse mesmo "tema".
Dizer eu te amo é fácil. O saber se é verdade ou não . . . não é bem por aí.
E aqui estou eu. Com sono. Não querendo pensar em outras coisas que estão por aí (e que muito me afetam, de maneira negativa, o que estava demorando), fico aqui escrevendo sobre coisas que não quero pensar-e não vou.
Vou parar de escrever, trabalhar e me desconcentrar com as coisas da vida que não se pode evitar. A facilidade do "eu te amo" eu penso outra hora.
* Péssimo título, mas agora sinto que nem mais pensar consigo. É agonia, sono. São os números de telefones que já nem sei, não lembro. De volta ao trabalho...concentração. Péssimo título!
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sexta-feira, janeiro 12, 2007
Emoções e pensamentos!

. . . Bom. Escrevi ontem sobre o amanhã que é hoje. Então...aí vai!
Não tem como não ler um livro desse cara e não me render à mania de riscar algumas coisinhas. Em algum outro post, em alguma parte desse blog, já consta alguma citação desse tal Rubem Fonseca. Mas agora é a vez do “Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos”!
Perfeição, utopia...sonhadores!
“A idéia da perfeição, tanto a sua busca é uma utopia de sonhadores. Sim, eu era um sonhador que sonhava de uma maneira extraordinária, mas seguramente não era um louco, no sentido psiquiátrico convencional. Eu era singular (mas todas as pessoas são singulares), talvez esquisito, mas não louco.” P. 102
Uma frase. Apenas uma. Sabe quando se está envolvido na história e de repente “lá está”. Uma frase legal, então:
“O arrependimento nunca é um gesto espontâneo, há sempre alguma coerção por trás dele.” P. 119
Ah! Liberdadeee . . .
“Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade. O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma grande estupidez. Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo.” P.203
E para quem pretende ler o livro...não leia o que se apresenta aí abaixo (a última frase do livro). Coisa chata contar o filme, contar o final do livro... mas eu bem avisei.
“Tudo era fantasia, um sonho, um mundo de vastas emoções e pensamentos imperfeitos.” P. 256
Bom...eu avisei!
Ah! E não é essa a edição que li, mas foi a capa que achei.(Está uma correria por aqui).
Ontem à noite li umas quantas vezes esses trechos. O desejo de uma noite tranqüila estava quase saciado. Mas não foi . . . ou foi, né?! Depende do que seja “tranqüilidade”.
E por hoje era isso (via blog, é claro!) . . .
quinta-feira, janeiro 11, 2007
Mais um . . .
. . . Outro post sem sentido. Ou com muito sentido, mas que não entendido por outros (escrevo mal?). Acho que nem tanto. Mas como há comentários aí...tem coisas que só a gente entende. E amém!
Há um novo jornalismo...do acaso, ao acaso, sabiam?
E o encontro mundial (ou pelo menos estadual, por enquanto) está sendo aqui...
Ah, não! Já se pode considerar um encontro nacional. Já houve participação de jornalista do- e ao acaso- de outros lugares senão o RGS!
Alguém entendeu?!
Em breve nos encontraremos . . . sempre ao acaso.
Discutiremos de tudo e sobre tudo. Inclusive teoria da comunicação, seja ela qual for!
Por fim, comunicação e acaso.
E enfim, um novo jornalismo foi possível.
. . .
Há um novo jornalismo...do acaso, ao acaso, sabiam?
E o encontro mundial (ou pelo menos estadual, por enquanto) está sendo aqui...
Ah, não! Já se pode considerar um encontro nacional. Já houve participação de jornalista do- e ao acaso- de outros lugares senão o RGS!
Alguém entendeu?!
Em breve nos encontraremos . . . sempre ao acaso.
Discutiremos de tudo e sobre tudo. Inclusive teoria da comunicação, seja ela qual for!
Por fim, comunicação e acaso.
E enfim, um novo jornalismo foi possível.
. . .
Amanhã . . .
. . . Ah! Esqueci!
Na verdade não esqueci. Lembrei e deixei lá em casa.
Uns trechos bem "liiigais" de um livrinho.
Mas então...amanhã...deixo para amanhã...já que amanhã algumas, várias coisinhas estão por acontecer- ah! Se estão!
Então, amanhã os trechos.
E na semana que vem, quem sabe, alguns relatos.
E eu nem sei para que escrevo isso aqui. Poderia ter deixado o post só para amanhã. Deixei mesmo em casa o livro de onde iria copiar as citações.
Euforia, creio. Ansiedade, eu acho. Não! Ansiedade nem tanto... mas que mais historinhas estão aí- ah estão!
Então . . . amanhã . . .
Na verdade não esqueci. Lembrei e deixei lá em casa.
Uns trechos bem "liiigais" de um livrinho.
Mas então...amanhã...deixo para amanhã...já que amanhã algumas, várias coisinhas estão por acontecer- ah! Se estão!
Então, amanhã os trechos.
E na semana que vem, quem sabe, alguns relatos.
E eu nem sei para que escrevo isso aqui. Poderia ter deixado o post só para amanhã. Deixei mesmo em casa o livro de onde iria copiar as citações.
Euforia, creio. Ansiedade, eu acho. Não! Ansiedade nem tanto... mas que mais historinhas estão aí- ah estão!
Então . . . amanhã . . .
sexta-feira, janeiro 05, 2007
Blábláblá (e dos bons) !
- Alô?
- Oi!!!
- Ah! Oi...
- Olha só...blábláblá e blábláblá!
O blá blá blá aí não interessa.
Na verdade, é o que mais interessa, mas não é ‘publicável’.
E depois de tanto blá e blá :
“Ah! Então tá feliz, né?”.
Ih...uma pergunta não tão direta quanto a do tal post intitulado “Hein?” (logo aí abaixo).
Não foi uma pergunta, fez-se mais uma dessas constatações que fazemos em forma de uma quase indagação.
Mas...bom! Dessa vez nem precisou resposta e... não! Não teve um “mas”...apenas um porém (não é mesmo?!).
Hum... é... e não teve um: “É, mana. Não é fácil”.
Máxima quase sempre acompanhada de um “Ah! Não é mesmo! Mas a gente é que complica”.
Blá!
- Oi!!!
- Ah! Oi...
- Olha só...blábláblá e blábláblá!
O blá blá blá aí não interessa.
Na verdade, é o que mais interessa, mas não é ‘publicável’.
E depois de tanto blá e blá :
“Ah! Então tá feliz, né?”.
Ih...uma pergunta não tão direta quanto a do tal post intitulado “Hein?” (logo aí abaixo).
Não foi uma pergunta, fez-se mais uma dessas constatações que fazemos em forma de uma quase indagação.
Mas...bom! Dessa vez nem precisou resposta e... não! Não teve um “mas”...apenas um porém (não é mesmo?!).
Hum... é... e não teve um: “É, mana. Não é fácil”.
Máxima quase sempre acompanhada de um “Ah! Não é mesmo! Mas a gente é que complica”.
Blá!
quinta-feira, janeiro 04, 2007
Trecho . . .
... Ai! Não tá fácil!
Ainda tento me orientar em meio tanta confusão...
Confusão da boa, é bem verdade!
Bom, enquanto tento organizar a mente diante de tantos acontecimentos... aí vai um trecho legal, de um conto qualquer. Sim. Apenas um trecho!
' ... E se eu dissesse que gosto de ti? É, isso mesmo! G-O-S-T-O! Tenho um carinho muito grande por ti. Sei que o que passamos juntos não foi muita coisa, mas foi bacana, não foi?! É que às vezes eu penso em ti, sabe? Não chega a ser saudade...mas acho que a gente se dava bem. Eu gostava de sair contigo, tomar uma ceva e tal, sentir o calor do asfalto quente e a fumaça, mesmo que esse calor fosse dos nossos All Star atravessando a rua e essa fumaça fosse das dezenas de cigarros dos desconhecidos que nos cercavam. Ou simplesmente filosofar sobre o caos do mundo e das nossas vidas num quarto iluminado pela penumbra vinda do corredor e, claro, com o barulho das taças de vinho tentando se equilibrar no chão ou por entre os livros. Enquanto o ar frio chegava da janela e os desconhecidos dessa vez fôssemos nós ... '
. . .
Ainda tento me orientar em meio tanta confusão...
Confusão da boa, é bem verdade!
Bom, enquanto tento organizar a mente diante de tantos acontecimentos... aí vai um trecho legal, de um conto qualquer. Sim. Apenas um trecho!
' ... E se eu dissesse que gosto de ti? É, isso mesmo! G-O-S-T-O! Tenho um carinho muito grande por ti. Sei que o que passamos juntos não foi muita coisa, mas foi bacana, não foi?! É que às vezes eu penso em ti, sabe? Não chega a ser saudade...mas acho que a gente se dava bem. Eu gostava de sair contigo, tomar uma ceva e tal, sentir o calor do asfalto quente e a fumaça, mesmo que esse calor fosse dos nossos All Star atravessando a rua e essa fumaça fosse das dezenas de cigarros dos desconhecidos que nos cercavam. Ou simplesmente filosofar sobre o caos do mundo e das nossas vidas num quarto iluminado pela penumbra vinda do corredor e, claro, com o barulho das taças de vinho tentando se equilibrar no chão ou por entre os livros. Enquanto o ar frio chegava da janela e os desconhecidos dessa vez fôssemos nós ... '
. . .
quarta-feira, dezembro 27, 2006
Hein?!
. . . Não tá fácil atualizar isso aqui!
Tantos e tantos acontecimentos.
Tantas surpresas!
Saudade e saudades !
Fatos históricos estão sendo registrados em outros meios (nada via blog)!
Especulações e reflexões da minha vida alheia!
- E querendo conversar e falar e falar sem parar. . .
e coitado de quem me aguentou ontem à noite!
Mas hoje a noite foi solita
(ou boa parte da noite assim foi)!
"... Mas e aí? Tá feliz?!"
A indagação fez-me surpresa!
A resposta? Ah! Foi algo mais ou menos assim: hein?
A pergunta repetida e então: "Ah! Tô sim...não tem como não tá. Mas...
E foi no "mas" que a conversa quase se estendeu...
Quase . . .
Tantos e tantos acontecimentos.
Tantas surpresas!
Saudade e saudades !
Fatos históricos estão sendo registrados em outros meios (nada via blog)!
Especulações e reflexões da minha vida alheia!
- E querendo conversar e falar e falar sem parar. . .
e coitado de quem me aguentou ontem à noite!
Mas hoje a noite foi solita
(ou boa parte da noite assim foi)!
"... Mas e aí? Tá feliz?!"
A indagação fez-me surpresa!
A resposta? Ah! Foi algo mais ou menos assim: hein?
A pergunta repetida e então: "Ah! Tô sim...não tem como não tá. Mas...
E foi no "mas" que a conversa quase se estendeu...
Quase . . .
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Explosão na Lima e Silva . . .
. . . Mais uma noite de cinema depois do tal expediente-hehe!
Segui pela Duque, dobrei na Borges, fiz algumas voltas, segui pela Duque de novo e, finalmente, adentrei pela João Pessoa. Sim, porque daí chegaria em frente ao Van Gogh, passaria por "toda" a República até chegar a minha república. Nenhum conhecido por aquelas mesas.
Opa! O Pingüim fechou? Que houve? Quando chego na Lima e Silva, lá está: uma aglomeração de curiosos. Tudo escuro naquela esquina, a única luz que se tinha sinal era do farol de um carro piscando. Eu tinha que passar por ali mesmo - o que estava quase impossível. Todos pararam ou saíram de suas casas para ver o que afinal tinha ocorrido. No que parei para que algumas pessoas pudessem passar, falei sozinha, quer dizer, pensei alto- mas o que aconteceu?. Um carro parado no meio da rua, a rua escura... o que será?
Bom, mas aí eu exclamei, não, exclamei não, eu simplesmente falei "mas o que aconteceu" (falando sozinha, como de costume) e uma mulher quase saltou nos meus ouvidos gritando: "Eu mora ali ó, bem aqui atrás. Ouvi tudo. Deu uma explosão lá naquele poste alto e saiu uma faísca que parecia um foguete. Aí saltou ali no carro. Era uma flecha de fogo. Até achei que fosse um carro que tivesse explodido!"
Hum....esclarecedora explicação. Parei olhei ao redor e...que explosão, hein?
Não sei como o tal transformador atingiu o carro e afundou a parte de trás. Não foi muita coisa, nada que a loira que se equilibrava num salto quinze e falava sem parar no celular não pudesse pagar. Na verdade, acho que não é ela quem vai pagar, porque os bombeiros que estavam ali logo foram embora e então chegaram os caras da companhia de luz. Indenização, certo!
Não fiquei parada ali olhando. Só passei e segui rumo ao mercado. Mas quando saí, confesso, realizei um desejo que tinha quando criança. Os bombeiros cercaram aquela parte da rua com aquelas faixas amarelas, interditaram ali, até porque a rua estava lavada de alguma coisa que se parecia com óleo e tinha um cheiro forte- "mas isso é tóxico", alguém gritou. Ah! O desejo. Quem quando criança nunca quis ultrapassar a área demarcada, adentrar o local do crime, hein? Igual aos filmes, como no cinema. Só que nas faixas de ontem não estava escrito "Police". E lá estava eu: erguendo a faixa para ultrapassar o local do crime. Até agora não entendi o porquê das faixas, já que todo mundo não deu a mínima. Todos erguiam a faixa e seguiam o seu caminho, com o cheiro tóxico e a rua oleosa.
. . .
Segui pela Duque, dobrei na Borges, fiz algumas voltas, segui pela Duque de novo e, finalmente, adentrei pela João Pessoa. Sim, porque daí chegaria em frente ao Van Gogh, passaria por "toda" a República até chegar a minha república. Nenhum conhecido por aquelas mesas.
Opa! O Pingüim fechou? Que houve? Quando chego na Lima e Silva, lá está: uma aglomeração de curiosos. Tudo escuro naquela esquina, a única luz que se tinha sinal era do farol de um carro piscando. Eu tinha que passar por ali mesmo - o que estava quase impossível. Todos pararam ou saíram de suas casas para ver o que afinal tinha ocorrido. No que parei para que algumas pessoas pudessem passar, falei sozinha, quer dizer, pensei alto- mas o que aconteceu?. Um carro parado no meio da rua, a rua escura... o que será?
Bom, mas aí eu exclamei, não, exclamei não, eu simplesmente falei "mas o que aconteceu" (falando sozinha, como de costume) e uma mulher quase saltou nos meus ouvidos gritando: "Eu mora ali ó, bem aqui atrás. Ouvi tudo. Deu uma explosão lá naquele poste alto e saiu uma faísca que parecia um foguete. Aí saltou ali no carro. Era uma flecha de fogo. Até achei que fosse um carro que tivesse explodido!"
Hum....esclarecedora explicação. Parei olhei ao redor e...que explosão, hein?
Não sei como o tal transformador atingiu o carro e afundou a parte de trás. Não foi muita coisa, nada que a loira que se equilibrava num salto quinze e falava sem parar no celular não pudesse pagar. Na verdade, acho que não é ela quem vai pagar, porque os bombeiros que estavam ali logo foram embora e então chegaram os caras da companhia de luz. Indenização, certo!
Não fiquei parada ali olhando. Só passei e segui rumo ao mercado. Mas quando saí, confesso, realizei um desejo que tinha quando criança. Os bombeiros cercaram aquela parte da rua com aquelas faixas amarelas, interditaram ali, até porque a rua estava lavada de alguma coisa que se parecia com óleo e tinha um cheiro forte- "mas isso é tóxico", alguém gritou. Ah! O desejo. Quem quando criança nunca quis ultrapassar a área demarcada, adentrar o local do crime, hein? Igual aos filmes, como no cinema. Só que nas faixas de ontem não estava escrito "Police". E lá estava eu: erguendo a faixa para ultrapassar o local do crime. Até agora não entendi o porquê das faixas, já que todo mundo não deu a mínima. Todos erguiam a faixa e seguiam o seu caminho, com o cheiro tóxico e a rua oleosa.
. . .
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Foi . . .
. . . Ih! Mais uma vez, horas sem postar nada!
Mas é que o tempo tá curto (e bem aproveitado)!
Ah, sim! Num desses papos reflexivos aí:
"nunca esperar muito para fazer o que se quer".
Pois é! E foi, né? Foi mesmo!
Sem muitos planos e projetos. Uma idéia vista por tantos como...hum...inconseqüente!
Pré-planejada e projetada a uma escala de 99% de chances de dar tudo errado (para os outros)... e o que acontececu?
Hum...tudo certo!
Mas aí está! Outro papo reflexivo: nunca dar a mínima para que os outros pensam ou falam (ou quase nunca).
Hum...tudo muito certo!
Foi tudo tão rápido e imprevisível... tudo tão estranho que não chegou causar estranheza como as outras vezes. Pressentimento, sabe? Como das outras vezes quando estava tudo dando muito certo e eu já me preparava pra acabar tudo na mer**.
Pois, estranho que não causou estranheza.
Bom...final de ano chegando e todo mundo começa a viver um clima fraterno e retrospectivo.
Porém , eu não . . .
Mas é que o tempo tá curto (e bem aproveitado)!
Ah, sim! Num desses papos reflexivos aí:
"nunca esperar muito para fazer o que se quer".
Pois é! E foi, né? Foi mesmo!
Sem muitos planos e projetos. Uma idéia vista por tantos como...hum...inconseqüente!
Pré-planejada e projetada a uma escala de 99% de chances de dar tudo errado (para os outros)... e o que acontececu?
Hum...tudo certo!
Mas aí está! Outro papo reflexivo: nunca dar a mínima para que os outros pensam ou falam (ou quase nunca).
Hum...tudo muito certo!
Foi tudo tão rápido e imprevisível... tudo tão estranho que não chegou causar estranheza como as outras vezes. Pressentimento, sabe? Como das outras vezes quando estava tudo dando muito certo e eu já me preparava pra acabar tudo na mer**.
Pois, estranho que não causou estranheza.
Bom...final de ano chegando e todo mundo começa a viver um clima fraterno e retrospectivo.
Porém , eu não . . .
quarta-feira, novembro 29, 2006
Amizade por J.L.B. !
“A amizade não é menos misteriosa que o amor
ou qualquer das outras faces
desta confusão que é a vida.
Suspeitei alguma vez que a única coisa sem mistério
é a felicidade,
porque se justifica por si só”.
ou qualquer das outras faces
desta confusão que é a vida.
Suspeitei alguma vez que a única coisa sem mistério
é a felicidade,
porque se justifica por si só”.
(O Indigno)
- J. L. B.-
terça-feira, novembro 28, 2006
Real fragmento de uma onírca lembrança . . .
. . . Tava uma noite como tantas outras
Pessoas lá do jornal
Conversas descompromissadas
Papo cabeça(?) e muita risada
Foi quando só de vereda eu vi
Ele ali
Escorado na parede
Quieto, olhando meio cabisbaixo
O coração nem disparou
Mas é sempre estranho rever
(E ter que lembrar até as
marquinhas que lhe formam a boca)
Lembrar daquela vez, daquele dia
Lembrar e ter que logo esquecer
Continuei conversando
Mas não deu
Ele interrompeu
Pensei que viria com uma conversa chata
Dessas que começam com um “oi-como é que tá?
-o que anda fazendo?-e o fulano?”
Que nada
Olhou bem fundo nos meus olhos
Tava escuro ali
Mas consegui me ver nos castanhos dele
Ele só me disse: “tô indo pra Poa”
E eu disse:
“é sempre bom. Faz tempo que não vou pra lá!”
“Não. Tu não entendeu”
Ele disse sacudindo a cabeça
Franzi a testa
"Tô indo morar lá e quero te levar comigo!"
Agora tô sem saber o que fazer!
Pessoas lá do jornal
Conversas descompromissadas
Papo cabeça(?) e muita risada
Foi quando só de vereda eu vi
Ele ali
Escorado na parede
Quieto, olhando meio cabisbaixo
O coração nem disparou
Mas é sempre estranho rever
(E ter que lembrar até as
marquinhas que lhe formam a boca)
Lembrar daquela vez, daquele dia
Lembrar e ter que logo esquecer
Continuei conversando
Mas não deu
Ele interrompeu
Pensei que viria com uma conversa chata
Dessas que começam com um “oi-como é que tá?
-o que anda fazendo?-e o fulano?”
Que nada
Olhou bem fundo nos meus olhos
Tava escuro ali
Mas consegui me ver nos castanhos dele
Ele só me disse: “tô indo pra Poa”
E eu disse:
“é sempre bom. Faz tempo que não vou pra lá!”
“Não. Tu não entendeu”
Ele disse sacudindo a cabeça
Franzi a testa
"Tô indo morar lá e quero te levar comigo!"
Agora tô sem saber o que fazer!
sexta-feira, novembro 24, 2006
Volta e quase ida . . .
. . .Ih . . .sexta-feira!
Acordei aí pelo meio-dia e alguma coisa. Pensei: “Bah! Podia dar um jeito lá naquele blog...”.
Dar um jeito...excluir? Hum...não, não. Pelo menos ainda não.
Pois é...duas semanas, foi isso? Sim...duas semanas sem postar nada.
Por falta de tempo? Talvez...bem talvez, eu diria.
Mas o que aconteceu em duas semanas? Muita coisa, bem mais coisas que teriam acontecido se tivesse ficado só por SM (ou não).
Aham! Em meio a tantos projetos, documentários e coisas e coisas pra ler e escrever...me fui! Sem muitos avisos. Se tivesse ficado por aqui provavelmente tudo teria ficado pra essa semana agora, ou ainda pra que vem (que acabou mesmo acontecendo). Uma enrolação total. E acreditem: enrolação não só minha!
Tá, mas o que vou escrever aqui, hein? Vamos lá!
Ah, sim! Última sexta-feira muito massa!
LH!!! Um show muito massa meeesmo!
Teria fotos, mas...a dona da máquina apagou. A única foto de lá, ela apagou porque tinha cortado um pouco sei lá o que! Ah!
Mas tem um vídeo. Depois eu coloco por aqui!
Confesso: cantei! Não sei se aquilo foi cantar, falar, gritar ou sei lá o que!
É que tava muito bom aquele som!

Ai! Teria tantos episódios legais pra escrever por aqui. Alguns já até escrevi, porém publicar é outra coisa, né?
Armou o maior temporal aqui, espiei na janela e só via as árvores dançando. Choveu uma aguinha boa, até desliguei a música.
Agora vou dar um jeito e aproveitar por aqui, já que não parei muito em casa desde a chegada!
Tá...então acho que daqui alguns dias, alguns casos desatualizados serão postados. Mas isso eu acho!
E que eu quero voltar pra lá....Ah eu quero!
Todo mundo lá (ou quase todo mundo) ... eu aqui. Ah!
. . .
Acordei aí pelo meio-dia e alguma coisa. Pensei: “Bah! Podia dar um jeito lá naquele blog...”.
Dar um jeito...excluir? Hum...não, não. Pelo menos ainda não.
Pois é...duas semanas, foi isso? Sim...duas semanas sem postar nada.
Por falta de tempo? Talvez...bem talvez, eu diria.
Mas o que aconteceu em duas semanas? Muita coisa, bem mais coisas que teriam acontecido se tivesse ficado só por SM (ou não).
Aham! Em meio a tantos projetos, documentários e coisas e coisas pra ler e escrever...me fui! Sem muitos avisos. Se tivesse ficado por aqui provavelmente tudo teria ficado pra essa semana agora, ou ainda pra que vem (que acabou mesmo acontecendo). Uma enrolação total. E acreditem: enrolação não só minha!
Tá, mas o que vou escrever aqui, hein? Vamos lá!
Ah, sim! Última sexta-feira muito massa!
LH!!! Um show muito massa meeesmo!
Teria fotos, mas...a dona da máquina apagou. A única foto de lá, ela apagou porque tinha cortado um pouco sei lá o que! Ah!
Mas tem um vídeo. Depois eu coloco por aqui!
Confesso: cantei! Não sei se aquilo foi cantar, falar, gritar ou sei lá o que!
É que tava muito bom aquele som!

Ai! Teria tantos episódios legais pra escrever por aqui. Alguns já até escrevi, porém publicar é outra coisa, né?
Armou o maior temporal aqui, espiei na janela e só via as árvores dançando. Choveu uma aguinha boa, até desliguei a música.
Agora vou dar um jeito e aproveitar por aqui, já que não parei muito em casa desde a chegada!
Tá...então acho que daqui alguns dias, alguns casos desatualizados serão postados. Mas isso eu acho!
E que eu quero voltar pra lá....Ah eu quero!
Todo mundo lá (ou quase todo mundo) ... eu aqui. Ah!
. . .
"Eu juro que é melhor não ser o normal..."
. . .
Bah! Que eu adoro “lá”, todo mundo já sabe! Mas eu adoro ainda mais agora...
Quero voltar pra Poa! E logo. E logo será.
Embora, (uma das minhas grandes descobertas das últimas semanas) eu saiba que muitas pessoas pensem que tudo isso é loucura. Tudo isso o que? Ah...planos. Desses que eu tenho que aprender a guardar só pra mim. Por que mesmo se contamos pra “amigos”...ai, ai! Ah, pois é!
Mas e se tudo isso é loucura... lembra aí, vai:
“Dizem que sou louco...”!
Meu tempo de rebeldia já passou! Quer dizer...acho que nunca chegou e não seria agora que chegaria, né?
“Ah! Sou a adulta agora!” Longe de mim esse papinho démodé aí!
No entanto, um, dois ou sei lá quantos anos mais velhas, algumas pessoas não se tornam melhores do que eu. E se tem como julgar isso, suspeito, então, que sejam piores.
“Mas louco é quem me diz que não é feliz...”
. . .
Bah! Que eu adoro “lá”, todo mundo já sabe! Mas eu adoro ainda mais agora...
Quero voltar pra Poa! E logo. E logo será.
Embora, (uma das minhas grandes descobertas das últimas semanas) eu saiba que muitas pessoas pensem que tudo isso é loucura. Tudo isso o que? Ah...planos. Desses que eu tenho que aprender a guardar só pra mim. Por que mesmo se contamos pra “amigos”...ai, ai! Ah, pois é!
Mas e se tudo isso é loucura... lembra aí, vai:
“Dizem que sou louco...”!
Meu tempo de rebeldia já passou! Quer dizer...acho que nunca chegou e não seria agora que chegaria, né?
“Ah! Sou a adulta agora!” Longe de mim esse papinho démodé aí!
No entanto, um, dois ou sei lá quantos anos mais velhas, algumas pessoas não se tornam melhores do que eu. E se tem como julgar isso, suspeito, então, que sejam piores.
“Mas louco é quem me diz que não é feliz...”
. . .
sexta-feira, novembro 10, 2006
1 semana . . .
. . .
“...e até quem me vê
lendo jornal na fila do pão
sabe que eu te encontrei...”
Ah...pois é!!!
. . .
“...e até quem me vê
lendo jornal na fila do pão
sabe que eu te encontrei...”
Ah...pois é!!!
. . .
quarta-feira, novembro 08, 2006
"O que?!"
. . .
Pois é, né?
Nem tudo é como a gente quer...
Mas e quando é...
Não é quando a gente quer...
- “E a gente quer o quê?”
. . .
Pois é, né?
Nem tudo é como a gente quer...
Mas e quando é...
Não é quando a gente quer...
- “E a gente quer o quê?”
. . .
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